Carnaval 2004

- Cambalhota é assim: faz da avenida o seu botequim

    Nos sentimos no dever de dedicarmos um dos nossos carnavais aos botequins de São João del Rei, berço do Unidos da Cambalhota. Aqui fica a nossa homenagem.

Se a vida é pouca, bate palma, bate boca
Bate papo no boteco...São João, nossa morada
Cambalhota na calçada, madrugada, não importa
A Lua, quase morta; e não se sai em retirada

De bar em bar, meu cavaco desce a estrada
tira um toque da alvorada, tira um verso de ternura
tira o tom da noite escura, tira o Sol da madrugada
faz do amor a partitura, faz da dor a batucada

Se a dor é tanta, vem comigo, conta e canta
Que tristeza lhe amedronta? Que paixão te desencanta?
Põe teu copo em minha mesa, deixa a dor por minha conta
Que teu pranto, com certeza, nunca mais há de voltar

E o botequim tira de mim essa saudade
Fecha os olhos pra verdade, mas a vida continua
Quando o dia sai à rua e a verdade se retrata
Se desfaz a serenata, morre um sonho e nada mais.

    Essa é uma adaptação de "Botequim No.1", de Sidney Miller: compositor, cantor, dramaturgo e produtor carioca.

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